Militares bolivianos e venezuelanos trabalham juntos para impedir novas catástrofes na Bolívia.
A missão da equipe é ajudar a construir um dique na cidade de Trinidad, capital do departamento de Beni, para conter as inundações decorrentes do fenômeno El Niño.
A obra ficará a cargo do Comando Binacional Amazônico, criado ontem pelo presidente Evo Morales. A força-tarefa é comandada pelo tenente-coronel Reynaldo Valdez, da Bolívia e o coronel Eligio Tortolero, da Venezuela. É constituída por 26 militares e 39 civis bolivianos e conta com seis engenheiros e 40 militares venezuelanos.
Com três metros de altura e duzentos de largura, a barreira terá 28 quilômetros de extensão. O custo total da obra é estimado em 13,5 milhões de dólares e deve ficar pronta em dois anos. Além do apoio em pessoal, o governo da Venezuela doou 10 milhões de dólares em equipamentos.
No início deste ano, a região sofreu com as chuvas de verão e dois terços de seu território foram inundados. Estimou-se na época que duas das seis milhões de cabeças de gado foram perdidas com a série de enchentes que afetou o estado.
As informações são dos jornais El Mundo, El Universal, La Razón e da Agência EFE.
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