Em Oberá, Argentina, o sindicato dos docentes (UDPM) patrocinou uma festa para comemorar o dia do mestre. O salão da igreja do Rito Bizantino Ucraniano sediou um regabofe com 700 convidados, incluindo o ministro da educação da província local e um senador, dentre outras autoridades.
Esta poderia ser bem uma nota de coluna social de algum jornal de um lado ou outro da fronteira, caso a candidata à deputada nacional e representante do grêmio de professores, Stella Maris Leverberg, não protagonizasse o evento político mais chocante do nordeste argentino.
A sindicalista, mais conhecida como Marilú Leverberg, convidou dançarinas vestidas como odaliscas para animar a festa dos docentes. E, no intuito de agradar gregos e troianas, chamou ao palco três strippers para acender o ânimo das professoras. E chegou a dançar com eles. Nota: o evento era família, ou seja, alguns pais tiveram que se retirar com os seus filhos.
Quem ficou no salão, teve a chance de ver o bis dos dançarinos.
Leverberg explicou aos jornais que os jovens fizeram duas coreografias, “a do filme matrix e a de uma música muito moderna, mas não ofensiva” e que foi uma festa muito família. As informações do La Razón, Território Digital e Clarín
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